Jefferson Rank – Cursos de Defesa Civil https://www.barravelha.cursosdedefesacivil.com.br O Cursos de Defesa Civil é uma plataforma especializada na formação de agentes e comunidades, com conteúdos atualizados, certificação reconhecida e foco prático. Da prevenção à resposta, preparamos você para agir com eficiência nas situações de risco e desastre. Tue, 13 May 2025 16:23:09 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.8.1 https://www.barravelha.cursosdedefesacivil.com.br/wp-content/uploads/2025/05/defesa-civil-de-Barra-Velha-150x150.png Jefferson Rank – Cursos de Defesa Civil https://www.barravelha.cursosdedefesacivil.com.br 32 32 Risco de alagamentos em Barra Velha: como se proteger? https://www.barravelha.cursosdedefesacivil.com.br/risco-de-alagamentos-em-barra-velha-como-se-proteger/ https://www.barravelha.cursosdedefesacivil.com.br/risco-de-alagamentos-em-barra-velha-como-se-proteger/#respond Tue, 13 May 2025 15:26:44 +0000 https://barravelha.cursosdedefesacivil.com.br/?p=1923 Risco de alagamentos em Barra Velha: como identificar, prevenir e agir com segurança

O crescimento urbano acelerado, aliado à geografia e ao regime de chuvas intensas do litoral catarinense, faz com que o município de Barra Velha esteja entre as cidades com alto risco de alagamentos e enxurradas. Esse tipo de desastre hidrológico, embora comum, ainda gera muitos danos materiais, paralisações e ameaças à vida e à saúde da população.

Neste artigo, a Defesa Civil de Barra Velha explica com detalhes por que os alagamentos acontecem, como a população pode se prevenir, quais áreas são mais suscetíveis e como agir de forma técnica e segura antes, durante e depois de um evento crítico.

Entendendo o que é alagamento

Um alagamento ocorre quando a água da chuva não consegue escoar com a velocidade necessária e acumula-se nas vias urbanas, terrenos ou edificações, cobrindo a superfície com uma lâmina d’água. Diferente de uma enchente (que ocorre por transbordamento de rios), o alagamento está diretamente relacionado à infraestrutura urbana: drenagem, impermeabilização do solo e descarte irregular de resíduos.

Em áreas densamente construídas, onde o solo não absorve a água, e há muitos entupimentos ou declives mal planejados, o alagamento se forma rapidamente.

Fatores que causam alagamentos em Barra Velha

A Defesa Civil monitora os principais fatores que contribuem para o agravamento dos alagamentos no município:

  • Chuvas intensas e concentradas em um curto espaço de tempo (chuvas convectivas);
  • Maré alta combinada com escoamento pluvial, impedindo o retorno da água ao oceano;
  • Sistema de drenagem urbana insuficiente ou obstruído;
  • Descarte inadequado de lixo nas ruas, bocas de lobo e canais;
  • Ocupação de áreas de várzea, manguezais e APPs com construções irregulares;
  • Aterros e loteamentos em áreas baixas, muitas vezes sem planejamento hidráulico.

Áreas de maior vulnerabilidade em Barra Velha

Com base em análises técnicas, histórico de eventos e mapeamento da Defesa Civil, os bairros com maior frequência de alagamentos são:

  • Centro e arredores da Lagoa de Barra Velha – devido à proximidade com o espelho d’água e áreas rebaixadas;
  • Itajuba e Tabuleiro – por estarem em áreas de planície e sofrerem com a maré;
  • Sertãozinho, Vila Nova e Quinta dos Açorianos – por terem drenagem limitada e áreas urbanizadas em regiões de antiga várzea;
  • Medeiros, São Cristóvão e Nossa Senhora da Paz – por acúmulo de águas pluviais e urbanização desordenada.

Esses locais exigem atenção redobrada da população e ações preventivas contínuas por parte do poder público.

Como identificar sinais de risco iminente?

Saber reconhecer os sinais de que o alagamento pode acontecer permite ganhar tempo e evitar perdas. Fique atento se:

  • A previsão do tempo indicar chuva acima de 50 mm em 24h;
  • A água começar a retornar por ralos ou bueiros;
  • Ruas próximas a sua residência estiverem com grande acúmulo de água em poucos minutos;
  • A maré estiver alta e impedindo a vazão das galerias;
  • O solo ao redor da casa estiver encharcado por mais de 48 horas.

O que fazer ANTES das chuvas intensa

  • Evite jogar lixo nas ruas, em terrenos baldios e em áreas de drenagem;
  • Mantenha ralos, calhas, telhados e bueiros limpos e desobstruídos;
  • Tenha uma rota de fuga planejada para sair de casa em segurança, se necessário;
  • Eleve móveis, documentos e eletrodomésticos em casas com histórico de alagamento;
  • Prepare uma mochila de emergência com água potável, lanterna, medicamentos, cópia de documentos e itens essenciais.

O que fazer DURANTE o alagamento

  • Não tente atravessar áreas alagadas a pé ou de carro – 15 cm de água podem derrubar uma pessoa e 30 cm podem levar um veículo;
  • Desligue a energia elétrica e o gás caso a água entre na residência;
  • Evacue a casa com segurança se a água continuar subindo – procure pontos altos;
  • Não use elevadores e evite locais fechados que possam encher rapidamente;
  • Proteja crianças e idosos, pois são os mais vulneráveis à correnteza e à hipotermia;
  • Atenção a riscos biológicos: a água do alagamento pode conter esgoto, lixo e vetores de doenças (como leptospirose).

O que fazer DEPOIS do alagamento

  • Não retorne para a residência sem autorização ou vistoria da Defesa Civil;
  • Faça a limpeza com água sanitária (hipoclorito) para evitar contaminações;
  • Descarte alimentos e medicamentos que tiveram contato com a água;
  • Documente os danos com fotos para solicitar apoio junto à prefeitura ou seguro;
  • Cuide da saúde da família e fique atento a sintomas como febre, dor muscular ou vômitos – procure atendimento médico se necessário.

Como a Defesa Civil de Barra Velha pode ajudar?

A Defesa Civil atua com:

  • Monitoramento em tempo real do acumulado de chuva e previsão oceânica;
  • Vistorias em residências e áreas de risco;
  • Apoio na evacuação de moradores em situação de emergência;
  • Instalação de bombas emergenciais, barreiras e isolamento de áreas afetadas;
  • Acolhimento provisório e distribuição de kits de limpeza e higiene.

Você pode entrar em contato pelo telefone 199, ou pelo WhatsApp institucional da Defesa Civil de Barra Velha (disponível nos canais oficiais da Prefeitura).

Conclusão: prevenção é responsabilidade de todos

Reduzir o impacto dos alagamentos em Barra Velha depende de ações conjuntas entre poder público, comunidade e cada cidadão. Prevenir é mais barato, mais seguro e mais eficaz do que remediar.

Informe-se, prepare-se e ajude a conscientizar seus vizinhos.

Defesa Civil: prevenir é a melhor forma de proteger.

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Segurança nas escolas: Correr, se esconder, lutar e socorrer https://www.barravelha.cursosdedefesacivil.com.br/seguranca-nas-escolas-correr-se-esconder-lutar-e-socorrer/ https://www.barravelha.cursosdedefesacivil.com.br/seguranca-nas-escolas-correr-se-esconder-lutar-e-socorrer/#respond Tue, 13 May 2025 14:07:11 +0000 https://barravelha.cursosdedefesacivil.com.br/?p=1917 A segurança nas escolas é um tema cada vez mais urgente em todo o Brasil. Situações de ameaça, por mais raras que sejam, exigem preparo, prevenção e protocolos bem definidos. Um dos mais recomendados em treinamentos internacionais é o protocolo “Correr, Se Esconder, Lutar e Socorrer”, adaptado para ambientes escolares com foco na proteção de alunos, professores e funcionários.

Neste artigo, a Defesa Civil destaca como aplicar esse protocolo em escolas de forma inteligente, responsável e preventiva, promovendo uma cultura de autoproteção e resposta rápida a emergências.

Por que falar sobre isso nas escolas

As instituições de ensino precisam estar preparadas para diversos tipos de risco, como:

  • Ameaças externas (invasões, violência armada);
  • Situações de pânico coletivo;
  • Desastres naturais e emergências estruturais.

Embora o foco do protocolo “Correr, Se Esconder, Lutar” seja originalmente voltado a ameaças humanas intencionais, ele pode ser adaptado com muito cuidado ao contexto escolar, sempre respeitando o nível de maturidade dos alunos e o ambiente educativo.

Entendendo o protocolo

1. Correr (Evacuar com segurança)

Se for possível sair do local com segurança, correr deve ser a primeira opção. Isso significa:

  • Conhecer rotas de fuga e saídas da escola;
  • Saber para onde ir (ponto de encontro seguro);
  • Não perder tempo pegando objetos pessoais;
  • Incentivar o silêncio e a calma durante a evacuação.

Professores e funcionários devem orientar os alunos, guiando-os de forma rápida, sem criar pânico.

2. Se esconder (Abrigar-se até que o perigo passe)

Se não for possível escapar com segurança, o ideal é buscar abrigo:

  • Trancar portas, apagar luzes e silenciar celulares;
  • Afastar-se das janelas;
  • Ficar fora da linha de visão e em silêncio absoluto;
  • Manter a calma e quando houver segurança acionar a Polícia Militar (190)

Algumas salas podem ser adaptadas como espaços seguros, com kits de emergência e comunicação direta com a coordenação.

3. Lutar (como última alternativa)

Este passo é extremo e somente em casos de vida ou morte, especialmente para adultos capacitados:

  • Usar objetos disponíveis como forma de defesa (extintores, cadeiras, mochilas);
  • Desestabilizar o agressor para ganhar tempo e fugir;
  • Proteger a si e aos outros caso o confronto seja inevitável.

Esse ponto deve ser tratado com muito cuidado na formação de educadores, sem nunca ser aplicado diretamente a alunos.

4. Socorrer (após a neutralização do perigo)

Terminada a situação de risco:

  • Prestar os primeiros socorros a feridos;
  • Acionar equipes de emergência (193 e 192) e a Defesa Civil (199);
  • Fornecer informações às autoridades com clareza;
  • Acolher emocionalmente os alunos e colaboradores.

O socorro não é apenas físico. Assistência psicológica e acolhimento são fundamentais após um episódio de crise.

Como implementar o protocolo na escola?

  1. Treine a equipe escolar com apoio técnico da Defesa Civil e da segurança pública;
  2. Crie simulados periódicos, com abordagens adequadas à idade dos alunos;
  3. Adapte o plano de emergência escolar para incluir ameaças humanas e evacuação estratégica;
  4. Envolva a comunidade escolar — pais, alunos, conselhos e parceiros.

Conclusão

A segurança escolar não se faz apenas com câmeras e muros. Ela começa com informação, prevenção e atitude. O protocolo Correr, Se Esconder, Lutar e Socorrer pode salvar vidas quando bem planejado, treinado e adaptado para o ambiente educativo.

A Defesa Civil está à disposição das escolas de Barra Velha para oferecer suporte técnico, orientações, treinamentos e apoio na construção de ambientes mais seguros.

Proteção começa com conhecimento. Compartilhe este conteúdo com sua comunidade escolar.

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Maruim em Barra Velha: o que é, onde aparece e como se proteger https://www.barravelha.cursosdedefesacivil.com.br/maruim-em-barra-velha-o-que-e-onde-aparece-e-como-se-proteger/ https://www.barravelha.cursosdedefesacivil.com.br/maruim-em-barra-velha-o-que-e-onde-aparece-e-como-se-proteger/#respond Tue, 13 May 2025 13:54:16 +0000 https://barravelha.cursosdedefesacivil.com.br/?p=1911 Quem mora em Barra Velha já sabe: basta o final da tarde chegar em algumas regiões da cidade para o incômodo começar. Pequenos, quase invisíveis, mas extremamente agressivos, os maruins — também chamados de mosquitos pólvora — são uma das maiores reclamações de quem vive ou visita a região litorânea.

Neste artigo, você vai entender o que é o maruim, por que ele aparece em Barra Velha, quais regiões são mais afetadas e como se proteger desse inseto tão comum nas áreas de mangue e umidade.

O que é o maruim?

O maruim (Ceratopogonidae) é um mosquito muito pequeno, com apenas 1 a 2 milímetros, mas com uma picada dolorida e que causa coceira intensa. Ao contrário de mosquitos maiores, como o Aedes aegypti, o maruim não emite som perceptível e consegue passar por telas comuns de janelas devido ao seu tamanho reduzido.

Onde o maruim aparece em Barra Velha?

O maruim é mais comum em ambientes úmidos, alagadiços, mangues e áreas com vegetação de restinga, onde encontra as condições ideais para se reproduzir.

Em Barra Velha, as regiões mais afetadas costumam ser:

  • Região do Bairro Itajuba, próximo à foz dos rios e áreas alagadas;
  • Centro, especialmente nas ruas próximas ao mar e com vegetação densa;
  • Região da Lagoa do Cassino, onde há concentração de mata e água parada;
  • Costeira e Sertãozinho, que também possuem áreas com características favoráveis à proliferação.

Durante os meses mais quentes e úmidos (primavera e verão), a infestação tende a aumentar.

O maruim transmite doenças?

Embora a picada do maruim não esteja associada à transmissão de doenças graves como dengue ou chikungunya, ela pode causar forte coceira, inchaço e reações alérgicas, principalmente em crianças e idosos. Em pessoas sensíveis, a picada pode evoluir para feridas devido ao ato de coçar.

Como se proteger do maruim?

Veja algumas dicas para se proteger dos ataques do maruim em Barra Velha:

  1. Evite áreas de vegetação densa e mangues no final da tarde, que é quando o mosquito é mais ativo.
  2. Use roupas claras e que cubram a maior parte do corpo, como calças leves e camisas de manga longa.
  3. Aplique repelentes específicos contra maruins.
  4. Instale telas de proteção de trama fina nas janelas e portas.
  5. Evite o uso de perfumes ou cremes perfumados ao ar livre, pois eles atraem os insetos.
  6. Mantenha quintais limpos e sem matéria orgânica acumulada em áreas úmidas.

Ações comunitárias e prevenção

O controle do maruim também depende de ações integradas entre moradores e o poder público. A limpeza de áreas alagadiças, reflorestamento com espécies repelentes, controle da umidade e projetos de drenagem urbana são medidas importantes para o enfrentamento do problema.

A Defesa Civil de Barra Velha, em parceria com outros órgãos ambientais e de saúde, monitora as áreas de maior incidência e pode ser acionada para orientações em caso de surtos ou situações críticas.

Conclusão

Apesar de pequeno, o maruim causa grande incômodo e afeta a qualidade de vida de muitos moradores de Barra Velha. Com informação, prevenção e participação comunitária, é possível reduzir o impacto desse mosquito e tornar nossa cidade mais saudável e confortável para todos.

Ajude a divulgar essas orientações! Prevenção também é um ato de cidadania.

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Cuidados especiais com crianças e idosos durante emergências https://www.barravelha.cursosdedefesacivil.com.br/cuidados-especiais-com-criancas-e-idosos-durante-emergencias/ https://www.barravelha.cursosdedefesacivil.com.br/cuidados-especiais-com-criancas-e-idosos-durante-emergencias/#respond Tue, 13 May 2025 13:46:38 +0000 https://barravelha.cursosdedefesacivil.com.br/?p=1904 Em situações de emergência, como alagamentos, deslizamentos, ressacas do mar ou vendavais, crianças e idosos estão entre os grupos mais vulneráveis. Por isso, é fundamental que famílias e cuidadores saibam como agir para garantir a segurança e o bem-estar dessas pessoas durante desastres.

Neste artigo, a Defesa Civil de Barra Velha orienta a população sobre os cuidados especiais com crianças e idosos em situações de risco, com dicas práticas que podem fazer a diferença.

Por que crianças e idosos são mais vulneráveis?

Tanto crianças quanto idosos apresentam limitações físicas, cognitivas e emocionais que exigem atenção especial:

  • Crianças não compreendem completamente o perigo, se assustam facilmente e dependem de adultos para agir.
  • Idosos podem ter dificuldades de locomoção, problemas de saúde e uso de medicamentos contínuos, o que dificulta reações rápidas.

Por isso, é essencial que planos de emergência familiar incluam medidas específicas para atender às necessidades desses grupos.

Dicas para proteger crianças durante emergências

  1. Converse com antecedência: explique com palavras simples o que pode acontecer e o que deve ser feito.
  2. Evite pânico: mantenha a calma ao falar com elas e transmita segurança.
  3. Mantenha a criança sempre por perto: em locais com muita movimentação ou risco, segure pela mão.
  4. Monte uma mochila de emergência com itens infantis: fraldas, leite, brinquedo pequeno, remédios e documentos.
  5. Identificação visível: sempre que possível, coloque um crachá ou pulseira com nome, endereço e telefone de contato.

Dicas para proteger idosos durante emergências

  1. Conheça as limitações físicas e de saúde do idoso da sua família ou vizinhança.
  2. Tenha a medicação separada e identificada na mochila de emergência.
  3. Evite locais escorregadios ou com escadas durante evacuações.
  4. Ofereça apoio constante para caminhar e entender o que está acontecendo.
  5. Mantenha os documentos e contatos médicos atualizados e de fácil acesso.

Prepare um plano familiar de emergência

Toda família de Barra Velha deve ter um plano de emergência que envolva:

  • Um ponto de encontro seguro;
  • A mochila de emergência pronta;
  • Conhecimento dos telefones úteis (como a Defesa Civil: 199);
  • A responsabilidade de cada membro da família durante a evacuação.

Incluir crianças e idosos nesse plano, mesmo que simbolicamente, ensina a todos a importância da preparação e fortalece o cuidado coletivo.

Defesa Civil de Barra Velha está pronta para ajudar. E você?

A Defesa Civil Municipal atua em todas as fases da gestão de risco: prevenção, preparação, resposta e reconstrução. Mas a primeira resposta começa dentro de casa, com famílias conscientes, organizadas e preparadas.

Proteger os mais vulneráveis é um dever de todos.

Compartilhe este conteúdo com vizinhos, cuidadores, escolas e instituições que atendem idosos. Juntos, podemos construir uma Barra Velha mais segura e solidária.

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Como sua família pode ajudar a prevenir desastres em Barra Velha https://www.barravelha.cursosdedefesacivil.com.br/como-sua-familia-pode-ajudar-a-prevenir-desastres-em-barra-velha/ https://www.barravelha.cursosdedefesacivil.com.br/como-sua-familia-pode-ajudar-a-prevenir-desastres-em-barra-velha/#respond Tue, 13 May 2025 13:32:44 +0000 https://barravelha.cursosdedefesacivil.com.br/?p=1881 Você sabia que pequenas atitudes dentro da sua casa podem fazer uma grande diferença na prevenção de desastres em Barra Velha? A Defesa Civil trabalha incansavelmente para proteger a cidade, mas o sucesso dessas ações depende também da participação ativa da comunidade.

Neste artigo, vamos mostrar como sua família pode contribuir diretamente para a segurança da cidade, com ações simples que ajudam a evitar alagamentos, deslizamentos e outros problemas frequentes em nosso município.

A importância da prevenção comunitária

Barra Velha, por ser uma cidade litorânea, enfrenta riscos como alagamentos, enxurradas, deslizamentos de encostas e ressacas marítimas. Muitas dessas situações podem ser amenizadas com ações de prevenção realizadas nas casas, ruas e bairros, promovendo o cuidado com o meio ambiente e a estrutura urbana.

A prevenção é uma responsabilidade coletiva, e a sua família pode ser protagonista nessa transformação.

Ações práticas que sua família pode fazer hoje

Abaixo estão algumas atitudes que ajudam a prevenir desastres e proteger a sua comunidade:

1. Mantenha calhas e ralos limpos

Calhas entupidas impedem o escoamento correto da água da chuva, o que pode causar infiltrações e contribuir para alagamentos. Limpe periodicamente calhas, ralos e bocas de lobo próximas à sua casa.

2. Descarte o lixo corretamente

Lixo jogado na rua ou em terrenos baldios entope bueiros, canais de drenagem e rios, provocando enchentes e espalhando doenças. Separe o lixo reciclável, respeite os horários da coleta e nunca descarte entulho em áreas de risco.

3. Evite construir em encostas e áreas de risco

Construções irregulares em morros ou beiras de rios aumentam o risco de deslizamentos e enchentes. Sempre consulte a Prefeitura ou a Defesa Civil antes de iniciar uma obra.

4. Plante vegetação em taludes e morros

A vegetação ajuda a manter o solo firme e absorve parte da água da chuva, prevenindo erosões e deslizamentos. Se sua casa está próxima a encostas, o plantio de grama, arbustos ou árvores nativas pode ajudar a estabilizar o terreno.

5. Denuncie riscos à Defesa Civil

Se você identificar trincas em muros, árvores inclinadas, rachaduras no solo ou qualquer sinal de instabilidade, avise imediatamente a Defesa Civil de Barra Velha pelo telefone 199. Sua ligação pode evitar uma tragédia.

6. Participe das campanhas da Defesa Civil

Fique atento às ações e campanhas educativas promovidas pela Defesa Civil Municipal. Participar de mutirões, palestras e atividades comunitárias fortalece a rede de proteção do seu bairro.

Todos juntos por uma Barra Velha mais segura

A Defesa Civil de Barra Velha atua diariamente para prevenir desastres e proteger vidas. Mas ela precisa da colaboração de cada morador para que o trabalho tenha resultados duradouros. Quando famílias, vizinhos e comunidades se unem, é possível construir uma cidade mais segura, resiliente e preparada.

Prevenção começa em casa. E cada atitude conta.

Se você quer saber mais sobre como proteger sua família e ajudar sua comunidade, acompanhe os conteúdos informativos aqui no nosso blog da Defesa Civil de Barra Velha.

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Ressaca do mar: o que é e como afeta nossa cidade? https://www.barravelha.cursosdedefesacivil.com.br/ressaca-do-mar-o-que-e-e-como-afeta-nossa-cidade/ https://www.barravelha.cursosdedefesacivil.com.br/ressaca-do-mar-o-que-e-e-como-afeta-nossa-cidade/#respond Tue, 13 May 2025 13:16:27 +0000 https://barravelha.cursosdedefesacivil.com.br/?p=1852 Você já viu o mar “invadir” calçadas, destruir decks e derrubar estruturas em dias de tempo ruim? Esse fenômeno tem nome: ressaca do mar. Em uma cidade litorânea como Barra Velha (SC), as ressacas são eventos naturais que ocorrem com frequência e podem causar grandes danos ao patrimônio, ao meio ambiente e à segurança da população.

Neste artigo, você vai entender o que são as ressacas marítimas, por que elas acontecem, quais os impactos para Barra Velha e como a Defesa Civil atua para proteger a cidade — e o que você também pode fazer para se proteger.

O que é uma ressaca do mar?

Ressaca é um fenômeno causado por ventos intensos que sopram sobre a superfície do oceano, formando ondas grandes e fortes que se deslocam em direção à costa. Quando essas ondas chegam ao litoral, invadem áreas que normalmente não são alcançadas pela maré, ultrapassando os limites da praia e atingindo ruas, construções e estruturas costeiras.

Ao contrário da maré alta comum, a ressaca não é previsível apenas por ciclos lunares, pois depende de condições climáticas e meteorológicas específicas, como frentes frias, ciclones e ventos de longa duração.

Por que Barra Velha é tão afetada?

Barra Velha está localizada em um trecho do litoral catarinense exposto diretamente às ondas do oceano Atlântico, o que a torna mais vulnerável ao impacto das ressacas.

Além disso, fatores como:

  • Urbanização próxima à faixa de areia,
  • Construções sem recuo adequado do mar,
  • Ausência de barreiras naturais,
  • e erosão costeira acumulada,

aumentam o risco de prejuízos quando a ressaca atinge a cidade.

Bairros como Centro, Itajuba, Tabuleiro e Costeira são frequentemente os mais atingidos.

Quais são os impactos da ressaca?

As consequências de uma ressaca podem ser graves:

  • Danos a residências e comércios próximos à praia;
  • Erosão da faixa de areia, que compromete o turismo;
  • Destruição de calçadas, decks e ciclovias;
  • Queda de postes, muros e estruturas de contenção;
  • Interrupção do trânsito e da iluminação pública;
  • Risco de acidentes com pessoas e veículos;
  • Invasão de água salgada em áreas urbanas, causando prejuízos materiais e ambientais.

O que a Defesa Civil faz em casos de ressaca

A Defesa Civil de Barra Velha atua de forma preventiva e reativa:

  • Monitora previsões meteorológicas e marítimas em tempo real;
  • Emite comunicados de alerta à população e à imprensa local;
  • Isola áreas de risco com fitas e sinalizações;
  • Realiza vistorias técnicas e interdita construções ameaçadas;
  • Coordena evacuações, se necessário;
  • Acompanha o processo de reconstrução em locais afetados.

O que você pode fazer?

A população também tem papel fundamental na prevenção e resposta a ressacas. Aqui vão algumas atitudes que fazem a diferença:

  • Evite construir próximo demais da praia;
  • Não desrespeite sinalizações ou bloqueios da Defesa Civil;
  • Não caminhe sobre calçamentos ou decks durante a ressaca;
  • Observe sinais de erosão ou trincas em calçadas e fundações de imóveis;
  • Avise imediatamente a Defesa Civil (199) caso perceba risco iminente.

Ressaca é natural. Prevenir é essencial.

As ressacas fazem parte do ciclo natural do mar. Mas com planejamento urbano consciente, infraestrutura adequada e a colaboração de todos, é possível reduzir os danos e preservar vidas, moradias e o patrimônio natural de Barra Velha.

Fique atento às orientações da Defesa Civil e compartilhe este conteúdo com seus vizinhos. Informação salva vidas.

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